Num dos nossos artigos falamos de engagement como o compromisso profundo entre a pessoa e a organização.
Hoje, damos o passo seguinte: o engagement é o que se sente, a Employee Experience é o que se vive!
Uma organização pode declarar os melhores valores, ter os propósitos mais nobres e planos de desenvolvimento arrojados, mas se a experiência concreta das suas pessoas não refletir isso no dia a dia, os resultados pretendidos e a sustentabilidade a longo prazo não se concretizam.
Employee Experience é o reflexo sistémico de todas as escolhas organizacionais, desde a liderança, processos, comunicação, reconhecimento, inclusão, bem-estar e crescimento, passando por todo o procedimento que envolve o recrutamento, desde que é assinalada a intenção de contratação, até ao envolvimento no método de onboarding (não descurando o offboarding).
E começamos com uma pergunta simples – Como é que as pessoas se sentem a trabalhar aqui? Todos os dias!
O que está em jogo? Tudo!
A verdade é simples: as organizações são tão saudáveis e sustentáveis quanto a experiência que proporcionam às suas pessoas.
Já Peter Drucker nos diz que “Culture eats strategy for breakfast“ (A cultura come a estratégia ao pequeno-almoço.)
Employee Experience exige intenção! Exige medir, ouvir, agir e sobretudo, coerência e consistência.
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