Employee Experience – Da Intenção à Vivência!

Carla Ribeiro Consultora de Elevada Performance e Bem-Estar Corporativo Employee Experience – Da Intenção à Vivência! Vision & Mastery Num dos nossos artigos falamos de engagement como o compromisso profundo entre a pessoa e a organização.Hoje, damos o passo seguinte: o engagement é o que se sente, a Employee Experience é o que se vive! Uma organização pode declarar os melhores valores, ter os propósitos mais nobres e planos de desenvolvimento arrojados, mas se a experiência concreta das suas pessoas não refletir isso no dia a dia, os resultados pretendidos e a sustentabilidade a longo prazo não se concretizam. Employee Experience é o reflexo sistémico de todas as escolhas organizacionais, desde a liderança, processos, comunicação, reconhecimento, inclusão, bem-estar e crescimento, passando por todo o procedimento que envolve o recrutamento, desde que é assinalada a intenção de contratação, até ao envolvimento no método de onboarding (não descurando o offboarding). E começamos com uma pergunta simples – Como é que as pessoas se sentem a trabalhar aqui? Todos os dias! O que está em jogo? Tudo!A verdade é simples: as organizações são tão saudáveis e sustentáveis quanto a experiência que proporcionam às suas pessoas. Já Peter Drucker nos diz que “Culture eats strategy for breakfast“ (A cultura come a estratégia ao pequeno-almoço.) Employee Experience exige intenção! Exige medir, ouvir, agir e sobretudo, coerência e consistência. Voltar ao Blog

Ligar o Sinal de Alerta — Lideranças que protegem, cultivam e transformam.

Carla Ribeiro Consultora de Elevada Performance e Bem-Estar Corporativo Ligar o Sinal de Alerta — Lideranças que protegem, cultivam e transformam. Think Forward Há líderes que entregam resultados a curto prazo. E depois? E há líderes que ultrapassam o expectável ou o definido, de forma sustentável e duradoura. O livro “Ligar o Sinal de Alerta – A Influência da Liderança no Burnout” parte de uma premissa potente: a liderança tem um papel decisivo na prevenção do burnout. Esta obra, escrita em co-autoria pela nossa Consultora de Elevada Performance e Bem-Estar Corporativo, Carla Ribeiro, não romantiza a liderança nem simplifica o problema. Ela mostra, com profundidade e objetividade, como escolhas diárias de líderes, na forma de comunicar, envolver e escutar, podem proteger o bem-estar coletivo e sustentar uma cultura de alto desempenho. Na nossa consultora, acreditamos que formar líderes conscientes é um imperativo estratégico. Este livro é um convite claro aos líderes que já entenderam que prevenir burnout não é suavizar exigência, é criar estruturas que valorizem e destaquem a capacidade humana. A liderança tem o poder de ativar ou de aliviar o stress crónico nas organizações. Pequenas decisões diárias, como o modo como se gere a pressão, se acolhe o erro ou se dá voz à equipa, definem o clima e, muitas vezes, a saúde emocional das pessoas e logo a consistência e a eficiência das organizações. Voltar ao Blog

zAs: Competências mais valorizadas até 2030

Carla Ribeiro Consultora de Elevada Performance e Bem-Estar Corporativo As Competências mais valorizadas até 2030. Vision & Mastery O relatório Future of Jobs Report, do World Economic Forum, apresenta um panorama das skills que serão mais valorizadas no mercado de trabalho até 2030. A imagem destaca duas categorias principais: Habilidades emergentes e habilidades essenciais. As competências que já são essenciais hoje e continuarão a crescer em importância incluem: Pensamento analítico e criativo – A capacidade de resolver problemas complexos e inovar será um diferencial. Resiliência, flexibilidade e agilidade – A adaptação rápida às mudanças será crucial para lidar com transformações tecnológicas e sociais. Liderança e influência social – A habilidade de coordenar e engajar pessoas será fundamental. Empatia e escuta ativa – Essenciais para o trabalho em equipa e o bem-estar organizacional.   Quanto às Habilidades Emergentes, o gráfico aponta competências que terão um aumento significativo na sua relevância, como: Sustentabilidade e gestão ambiental – As empresas estarão ainda mais focadas em práticas ecológicas, sociais e sustentáveis, adotando, entre outras, metodologias lean. Aprendizagem contínua – A necessidade de atualização constante exigirá dos profissionais uma mentalidade de aprendizado ao longo da vida.   O relatório reflete um cenário onde as habilidades humanas e tecnológicas se complementam, assim, profissionais que investem em aprendizagem contínua e desenvolvimento de habilidades cognitivas e sociais terão mais oportunidades num mercado de trabalho cada vez mais dinâmico e tecnológico. Voltar ao Blog

O Código dos Líderes: A Estratégia para uma Marca Pessoal de Impacto

Susana Cunha Consultora em Transformação e Elevada Performance Empresarial O Código dos Líderes: A Estratégia para uma Marca Pessoal de Impacto Vision & Mastery Todos temos uma marca pessoal. Quer perceba ou não, as pessoas observam-no, avaliam-no e formam opiniões sobre si a cada interação. A questão é: está a deixar essa perceção ao acaso ou está a moldá-la estrategicamente para abrir portas e gerar oportunidades? Se é um CEO, empreendedor ou líder, a forma como se posiciona determina o seu impacto, a sua credibilidade e o crescimento do seu negócio. O marketing pessoal não é uma opção – é a estratégia dos grandes nomes do mercado. A Verdade Sobre o Marketing Pessoal Marketing pessoal é a arte de criar e comunicar a sua identidade profissional de forma autêntica e estratégica. Não se trata de fingir ser algo que não é, mas de destacar o que o torna único e memorável. Imagine o seguinte: quando o seu nome é mencionado numa reunião de investidores ou num evento de networking, qual é a primeira impressão que causa? Essa perceção pode definir o seu futuro. E aqui está o problema: 92% dos decisores pesquisam um nome online antes de fechar um negócio ou contratar ([Fontes: Forbes, LinkedIn]). O que aparece quando procuram por si? Uma presença forte e confiante ou um perfil apagado e irrelevante? O Poder do Marketing Pessoal para o Seu Sucesso Se quer crescer e liderar, precisa de se destacar. Eis porque líderes como Rui Nabeiro e Oprah Winfrey marcaram os seus mercados: Ser Visto = Ser Escolhido: Num mundo saturado de informação, quem se posiciona ganha. 70% dos profissionais sentem-se invisíveis para grandes oportunidades ([Fonte: Harvard Business Review]). Credibilidade que Gera Negócios: 75% dos consumidores confiam mais em empresas cujos líderes têm presença online ativa. As pessoas compram histórias antes de comprarem produtos ([Fonte: Edelman Trust Barometer]). Networking de Alto Nível: 95% dos líderes afirmam que conexões estratégicas foram essenciais para o seu sucesso ([Fonte: LinkedIn Global Survey]). Maior Potencial de Rendimento: Líderes com marcas pessoais fortes ganham, em média, 23% mais ([Fonte: Business Insider]). A pergunta é: está pronto para entrar neste jogo ou vai continuar na sombra? Exemplos Reais de Como o Marketing Pessoal Transforma Carreiras e Negócios Rui Nabeiro – Liderança com Propósito Rui Nabeiro, fundador da Delta Cafés, construiu uma marca pessoal baseada em valores sólidos, proximidade e visão estratégica. O seu nome tornou-se sinónimo de liderança humanizada e crescimento sustentável. O impacto da sua presença não só fortaleceu a Delta, como também inspirou gerações de empreendedores. Cristina Fonseca – Da Talkdesk ao Capital de Risco Cristina Fonseca, cofundadora da Talkdesk, construiu uma carreira baseada em inovação e estratégia. Após sair da empresa, tornou-se investidora e cofundou a Indico Capital Partners, destacando-se no ecossistema empresarial e tecnológico português. A sua marca pessoal ajudou-a a atrair investidores e a consolidar a sua presença no mercado de capital de risco. Agora, imagine o impacto que poderia ter no seu negócio se os clientes e investidores certos reconhecessem imediatamente o seu nome e associassem a sua marca pessoal a credibilidade, inovação e liderança. 7 Passos Práticos para Criar uma Marca Pessoal Poderosa Defina a Sua Identidade: Quais são os seus valores, paixões e objetivos? A clareza é o primeiro passo. Conheça o Seu Público: Quem quer impactar? Clientes? Investidores? Parceiros? Construa uma Presença Online Impecável: LinkedIn otimizado, site profissional, participação em eventos. Produza Conteúdo de Valor: Escreva artigos, partilhe insights, mostre conhecimento. Destaque-se pela Autenticidade: Ninguém quer cópias. Seja real, seja único. Crie uma Rede Poderosa: Relacione-se com pessoas-chave e interaja constantemente. Monitore a Sua Reputação: O que dizem sobre si importa. Controle a narrativa. O Impacto da Apresentação e da Imagem Pessoal O posicionamento não está apenas no que diz, mas também na forma como comunica e se apresenta. Desde a sua linguagem corporal até à forma como se veste, tudo transmite uma mensagem. Postura e Presença: Um líder seguro comunica confiança e credibilidade. Indumentária e Estilo: O que veste reforça a sua identidade profissional. Tom de Voz e Dicção: Uma comunicação clara e assertiva reforça o impacto. Está Pronto(a) para se Destacar? O mercado pertence a quem sabe como se posicionar. O que aconteceria se, em vez de passar despercebido, fosse a referência na sua área? Se fosse o nome que as pessoas mencionam quando falam de excelência e liderança? Se sente que está a perder oportunidades porque ninguém o nota ou não leva a sua marca a sério, está na hora de agir. Agende uma reunião e descubra como a EmpowerThink®, o pode ajudar a transformar a sua marca pessoal numa referência de mercado. Voltar ao Blog

Engagement: Organizações mais Fortes e Equipas mais Motivadas

Carla Ribeiro Strategic Partner Engagement: Organizações mais fortes e equipas mais motivadas Vision & Mastery O engagement, não sendo um conceito abstrato, é um dos fatores que mais distingue empresas que prosperam daquelas que lutam para manter os seus talentos e atrair outros, conquistar e nutrir clientes e gerar impacto sustentável. Mas afinal, o que significa verdadeiramente engagement e por que razão é tão crítico para o sucesso das organizações? O engagement supera conceitos como satisfação ou motivação momentânea, estando ligado ao compromisso genuíno de um colaborador com a organização, ao envolvimento emocional de um cliente com uma marca ou à ligação duradoura de um investidor ou parceiro com um projeto. E qual é o Impacto Real do Engagement nas Organizações? Vários estudos nos dão dados concretos, segundo a Gallup – State of the Global Workplace Report (2023) – Empresas com colaboradores engajados são 17% mais produtivas e 21% mais rentáveis do que as que não priorizam o engagement. Também a Gallup – Employee Engagement Series – nos diz que empresas com altos níveis de engagement registam até 40% menos turnover, especialmente em setores com elevada rotatividade. A Harvard Business Review e a Gallup referem-nos que Clientes altamente engajados têm um Customer Lifetime Value (CLV) 52% maior, ou seja, gastam mais e permanecem fiéis por mais tempo. Ainda, também da Gallup – Business Case for Employee Engagement – podemos verificar que empresas com equipas altamente engajadas apresentam 21% mais lucro e um aumento de 10% na satisfação dos clientes. E Como Impulsionar o Engagement? O engagement precisa de ser cultivado ativamente através de estratégias bem definidas: Criando uma Cultura de Propósito e Significado! As pessoas querem fazer parte de algo maior. Empresas que comunicam claramente o seu propósito e alinham as suas ações com valores autênticos geram um sentido de pertença e motivação. A Patagonia incentiva os seus colaboradores a participarem em iniciativas ambientais, reforçando a ligação entre os valores da marca e o trabalho diário. Com comunicação Transparente e Participativa! O engagement nasce da confiança. Manter uma comunicação aberta e um feedback ativo e envolver as equipas na tomada de decisão, são práticas essenciais para criar um ambiente de compromisso e colaboração. A Netflix adota uma política de transparência radical, onde os colaboradores têm acesso a informações estratégicas da empresa, aumentando a sua responsabilidade e envolvimento. Através de Reconhecimento e Desenvolvimento Contínuo! As pessoas querem crescer e sentir que o seu esforço é valorizado. Criar oportunidades de desenvolvimento profissional e reconhecer o bom desempenho são fatores-chave para manter equipas engajadas. A Salesforce oferece programas contínuos de formação e um sistema de reconhecimento público que incentiva a inovação e a dedicação. Adopando uma Liderança Inspiradora e Autêntica O engagement começa no topo. Líderes que inspiram, motivam e mostram vulnerabilidade criam equipas mais alinhadas e comprometidas. A liderança não é apenas sobre resultados, tem de ser sobre pessoas (o link é claro), nunca esquecendo que o próprio líder também é pessoa (Ver Artigo Líderes e Saúde Mental https://empowerthink.pt/lideres-e-saude-mental/) Cultivar engagement não é apenas uma questão de política interna, é um fator estratégico que impacta diretamente a sustentabilidade e o sucesso a longo prazo. O desafio é claro: como podemos criar ambientes onde o engagement seja não uma exceção, mas a norma? Há que repensar as abordagens e colocar as pessoas no centro da estratégia. E aqui poderíamos abordar a Employee Experience, mas fica para o próximo artigo. Não perca! Voltar ao Blog

A Importância das Pausas Ativas

Carla Ribeiro Consultora de Elevada Performance e Bem-Estar Corporativo A Importância das Pausas Ativas Think Forward A participação em reuniões, conferências e eventos de diversa natureza pode ter um impacto significativo na saúde dos profissionais envolvidos. Pensando nisso, a Direção-Geral da Saúde (DGS) lançou na semana passada um Guia com algumas orientações. Este documento destaca a importância de promover hábitos equilibrados, incluindo uma alimentação saudável, a prática de exercício físico e, sobretudo, a implementação de pausas estratégicas para evitar o comportamento sedentário e ativar corpo e mente e desafia as organizações a concretizar as diretrizes. Uma das recomendações prende-se com a inclusão de pausas ativas que melhoram a qualidade da experiência dos profissionais e contribuem para o aumento do foco, da satisfação geral, reforçando o engajamento e a produtividade. Pode aceder ao Guia em: https://www.linkedin.com/posts/dgs-pt_orienta%C3%A7%C3%B5es-dgs-para-eventos-activity-7300837827380985856-JX1M?utm_source=share&utm_medium=member_android&rcm=ACoAAAU4cFMBXODZnYHF93tA7axg75-sG2iTorU  Voltar ao Blog

Líderes e Saúde Mental

Carla Ribeiro Consultora de Elevada Performance e Bem-Estar Corporativo Líderes e Saúde Mental – Ligar o Sinal de Alerta Vision & Mastery A saúde mental das equipas começa na liderança. Um líder atento, que valoriza o bem-estar emocional, cria um ambiente de trabalho mais seguro, produtivo e sustentável. Mas, para isso, é essencial que, antes de saber como olhar para os outros, saiba reconhecer e cuidar da sua própria saúde mental. O ritmo acelerado do mundo profissional exige cada vez mais dos líderes, que muitas vezes se sentem sobrecarregados por decisões, responsabilidades e pela pressão de alcançar resultados. Ignorar sinais de alerta – como exaustão, irritabilidade ou dificuldade de concentração, entre outros – não só compromete o seu desempenho, mas também pode impactar diretamente a sua equipa. Segundo a Ordem dos Psicólogos, a perda de produtividade devido a problemas psicológicos e stress dos trabalhadores pode custar às empresas portuguesas até 1,4% do seu volume de negócios. Uma liderança que valoriza a segurança psicológica permite que os colaboradores expressem dificuldades sem receio, fomenta a empatia e reforça uma cultura organizacional saudável. Para isso, é fundamental saber estar atento e agir, ajudando a prevenir em vez de apenas reagir. Um líder que cuida da sua própria saúde mental torna-se um modelo para a equipa. O bem-estar começa no topo e reflete-se em toda a organização. Afinal, colaboradores saudáveis são mais inovadores, produtivos e comprometidos Voltar ao Blog

Saúde Mental nas Organizações

Carla Ribeiro Consultora de Elevada Performance e Bem-Estar Corporativo Saúde Mental nas Organizações Vision & Mastery Nos últimos anos, a saúde mental tornou-se uma prioridade inegociável para empresas que desejam crescer de forma sustentável. Não se trata de oferecer benefícios ou um ambiente agradável e sim de criar uma cultura organizacional que reconheça o bem-estar como um pilar essencial para a produtividade, para a permanência e atração de talentos e para a inovação. A saúde mental dos colaboradores impacta diretamente a performance e os resultados das empresas. Profissionais que trabalham num ambiente que valoriza o equilíbrio emocional são mais produtivos, engajados e comprometidos. Além disso, empresas que priorizam este tema atraem talentos com mais facilidade, reduzem a rotatividade e os custos associados, bem como o absentismo e o presentismo (estes últimos custam às empresas portuguesas 5.3 mil milhões de euros, segundo a Ordem dos Psicólogos Portugueses). Falar sobre saúde mental é crucial e agir imprescíndivel. As organizações precisam de estratégias eficazes que incluam prevenção em saúde mental, nomeadamente do burnout, entre outros. Começar com pequenas mudanças, como implementar pausas estratégicas, incentivar a desconexão em momentos chave e promover uma cultura de feedback e segurança psicológica, podem fazer toda a diferença. As empresas que compreendem esta necessidade reforçam o engagement e o commitment, constroem equipas mais fortes, resilientes e preparadas para os desafios e as mudanças necessárias e multiplicam o ROI (Retorno sobre o Investimento). A saúde mental não é um custo, é um investimento mensurável a curto e a longo prazo. Voltar ao Blog

Elevada Performance e Transformação

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